8 de dezembro de 2010

Coruja mãe

É hora de acordar e ver o que restou de ontem

Arranha-céus cutucando a barriga da atmosfera que respira

Costelas flutuantes

Corpos amontoados no gramado

Sendo devorados pela tarde que murcha aos poucos

Ouvindo John cantar que o amor dela está morto,

Que ela acha que precisa de você


Sentir a energia emanar do Universo

Pousando em sua face

Tente pegá-la

Um comentário:

Anônimo disse...
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