A luz encontra meus olhos ainda semicerrados
fazendo cócegas em minha pele. Sinto o prana
flutuar em minha direção, penetrando em meus
poros para em seguida abraçar meu superego,
que solta um riso gostosamente contido, a pura
satisfação pelo aqui. O céu é quente como o
abraço que me deste antes de partir, e agora
o sinto em mim como uma canção doce, um
cotonete macio, nossa música; dividimos um
cigarro. Sou a célula epitelial. Estarei ao leste
daqui a um mês e olharei nos teus olhos
17 de agosto de 2010
8 de agosto de 2010
Exista
Silhuetas distantes em algum lugar
Sentado sozinho em sua cama
Um copo de cerveja e uma garrafa de whisky
Eu sei, não é fácil simplesmente ignorar
Dedos queimados
O queimar humano
Dois cigarros
Poesias que levantam vôo, dão a volta
e pousam no mesmo lugar
Mude sua maneira de pensar
ou então não pense.
Dois mil anos em uma lata de lixo
Sendo devorado pelo Belo
a carne.
Vai e volta
pra nenhum lugar - aqui.
Teclas do piano que não toquei
Rostos dos quais levo o olhar
roubo-os e os sinto queimar em mim.
Pense agora. AGORA!
Venha mais perto
Mais perto
Perto.
Sentado sozinho em sua cama
Um copo de cerveja e uma garrafa de whisky
Eu sei, não é fácil simplesmente ignorar
Dedos queimados
O queimar humano
Dois cigarros
Poesias que levantam vôo, dão a volta
e pousam no mesmo lugar
Mude sua maneira de pensar
ou então não pense.
Dois mil anos em uma lata de lixo
Sendo devorado pelo Belo
a carne.
Vai e volta
pra nenhum lugar - aqui.
Teclas do piano que não toquei
Rostos dos quais levo o olhar
roubo-os e os sinto queimar em mim.
Pense agora. AGORA!
Venha mais perto
Mais perto
Perto.
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