24 de dezembro de 2008

Twelve small steps, one giant disappointment.

Ama-o, e depois, mata-o. Como fez com todos os outros. Nunca gostou de ser amarrada ao universo da imaginação. Traços de um passado desenham o rumo para o qual segue o presente, histórias que se entrelaçam e voltam a criar um nó em sua garganta, lágrimas que escorrem de seus olhos e caem sobre sua roupa suja formando marcas muito mais profundas do que apenas círculos de água superficial no tecido. Continua jogando sal nas feridas abertas. A dor é constante, mas ao mesmo tempo a faz sentir-se melhor, a causa e a cura, a dor é a única verdade. A causa é a cura. Que final romântico, morrer de amor! Um ato que, analisando-se os seus pormenores, não é tão nobre assim. Morrer por amor, ou morrer para se livrar dele? A simplicidade é tão grande que o seu entendimento chega a ser complexo demais. Amar, ou morrer. Ou morrer para amar.

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